A Microsoft revelou na quarta-feira seu site Hohm, cujo objetivo é ajudar os consumidores residenciais de energia a economizar dinheiro e reduzir seu impacto ambiental por meio da conservação de energia.
A Microsoft há anos vende tecnologia ao setor de energia, e agora está de olho no mercado doméstico de eletricidade, já que a crise econômica está forçando os consumidores a encontrar maneiras de economizar e o governo dos Estados Unidos está preparando leis que imporiam o uso compulsório de recursos renováveis e melhoras na eficiência energética, a fim de diminuir as emissões de carbono. “A conservação é a fonte mais barata de energia”, disse o gerente de produto do Hohm, Troy Batterberry, à Reuters.

A TIM traz para seu portifólio um aparelho cujo grande diferencial é sua fabricação: o Motorola W233 Eco é o primeiro do mercado produzido com material reciclado de garrafas plásticas e com certificado de neutralização de carbono.
O conceito de sustentabilidade vai além do material utilizado na fabricação do W233. Por meio de uma parceria com a ONG Carbonfund. org™, a Mototola compensará todo o carbono emitido na fabricação, distribuição e uso do celular com investimentos em projetos de preservação ambiental e consequente redução do impacto do aquecimento global. O modelo pretende reduzir também o consumo de energia graças a uma bateria vida útil maior que as demais.

A Associação Brasileira de Embalagem (ABRE), por meio de seu Comitê de Meio Ambiente e Sustentabilidade, lançou na FISPAL a Cartilha Diretrizes de Sustentabilidade para a Cadeia Produtiva de Embalagem e Bens de Consumo.
O objetivo principal da cartilha é possibilitar a cada empresa a auto-avaliação de indicadores ambientais de sustentabilidade. O desenvolvimento da cartilha envolveu dois anos de discussões e trabalho do Comitê de Meio Ambiente e Sustentabilidade da Abre e reuniu profissionais de empresas da cadeia produtiva de embalagem, bem como de entidades e centros de pesquisa correlatos à área. Seu caráter é orientativo e será aprimorado a partir das experiências de aplicação dos indicadores.

Portugal – Campanha de reciclagem de radiografias até 3 de Julho.
A AMI prolongou a campanha de reciclagem de radiografias até dia 3 de Julho, mais uma semana do que o inicialmente previsto, anunciou hoje a organização humanitária.
Segundo a AMI, foram já recolhidas nas farmácias no decorrer da actual campanha, a 14ª, 24 toneladas de radiografias antigas, que permitiram uma receita próxima dos 32 mil euros.

80% dos resíduos que sobram da Construção Civil em São José dos Campos poderiam ser reciclados. Esse material poderia ser reaproveitado em obras na cidade, gerando economia e beneficiando o meio ambiente. Concreto e restos de construção podem virar areia, brita e tijolos pré-moldados.
Uma construtora da cidade recicla 100% do entulho. Para isso, R$ 18 mil foram investidos em aparelhagem. Segundo o diretor ambiental do sindicato da construção civil, o setor produz mais de mil toneladas de entulho por dia. Mas só agora, construtoras e empresas começaram a debater o destino para esse tipo de resíduo.

Curso é dirigido a engenheiros, arquitetos e outros profissionais do setor público e privado.
A Escola Politécnica, da Universidade de São Paulo – USP, abriu inscrições para o curso de aperfeiçoamento “Construção Sustentável – Teoria & Prática”. O objetivo é para preparar profissionais qualificados, com pleno domínio dos procedimentos técnicos e econômicos para atuar em empreendimentos com reduzido impacto sobre o meio ambiente.
As inscrições poderão ser feitas no site www.poli.usp.br/construcao.sustentavel/index.html, até o dia 8 de julho. São 40 vagas destinadas a engenheiros, arquitetos e outros profissionais de empresas públicas e privadas, que atuam na área de construção e operação de edificações e negócios imobiliários. As vagas serão preenchidas por avaliação de currículo.

A Itautec reciclou 460 toneladas de material eletroeletrônico internamente em 2008, de acordo com o relatório anual de sustentabilidade da empresa divulgado no CIAB 2009.
O programa inclui iniciativas para reduzir a emissão de carbono na atmosfera, que incluem recompra de equipamentos para reciclagem, eliminação do chumbo na fabricação de equipamentos e melhorias na cadeia de suprimentos.

Para promover o desenvolvimento sustentável, propiciando para as pequenas propriedades rurais de Mato Grosso a oportunidade de melhorias da qualidade de vida, com a geração de renda, é que está em tramitação na Assembleia Legislativa um projeto de lei que dispõe sobre a instituição do Sistema Estadual de Apoio ao Pequeno Empreendedor Rural (Seaper). De autoria do presidente da Casa, deputado José Riva (PP), a proposta vai compartilhar ações para a autossustentabilidade da pequena propriedade rural.
Para isso, o sistema estabelecerá parcerias com instituições públicas e privadas, assistência técnica, financeiras, científicas, universitárias, ensino tecnológico, cooperativistas, pesquisa e de assistência social. As pequenas empresas rurais serão adaptadas para atuarem na forma de condomínio, através de um contrato social, escolhidas após criterioso estudo mercadológico, de vocação e de aptidão dos pequenos empreendedores rurais.

No dia 5 de junho, comemoramos o Dia do Meio Ambiente. Diversas entidades, corporações e escolas fizeram manifestações a favor do meio ambiente e das boas práticas.
Mas o que também vale ser lembrado é a iniciativa da indústria plástica, no Brasil e no mundo, que trabalham para o desenvolvimento e que não abrem mão das tecnologias que não agridam o meio ambiente e a saúde pública. Há alguns anos os plásticos têm sido alvo de ataques. Apontado como vilão do meio ambiente e causador de poluição, notícias negativas sobre os plásticos são manchetes de jornais, revistas e páginas da Internet. Fato inegável, os plásticos, assim como outros materiais, têm sido descartados de forma irresponsável no meio ambiente. O plástico virou um dos bandidos do planeta. Com a mesma facilidade e rapidez que embalamos nossas compras em sacos e sacolas plásticas, descartamos as embalagens sem pensar no impacto que isso trará à natureza. Mas por que tratar tão mal algo que só nos traz benefícios?

Uma pesquisa realizada recentemente pela consultoria inglesa International Business Report (IBR) chegou a uma conclusão surpreendente. Após entrevistar 7.200 empresas de 36 países (no Brasil foram 150), o estudo demonstrou que os empresários ficariam divididos se tivessem que escolher entre preservar o meio ambiente ou manter a rentabilidade de seus negócios.
De acordo com o trabalho, 51% dos executivos afirmaram que adotariam práticas ecologicamente corretas, mesmo se isso afetasse os lucros. No Brasil, 43% disseram que colocariam a temática verde à frente do desempenho financeiro de suas companhias.
