Negócios com produtos reciclados, entulhos e material de demolição movem mercado em franco crescimento no Brasil, transformando-se em excelente alternativa de renda.

O bidê de 1890, a fechadura do século 18, a cadeira de barbeiro enferrujada e o tijolo esbranquiçado de edifício antigo destruído, que em vários momentos têm como destino o lixão ou o aterro sanitário, podem virar luxo. Todo esse material, se restaurado ou reciclado, chega a valer quatro, cinco ou até dez vezes mais do que produtos semelhantes que estão nas prateleiras das lojas, novinhos em folha. Os entulhos e os objetos usados, quando bem recuperados, são grande alternativa de negócios. Se ganham valor agregado e se transformam em mercadorias exclusivas e de bom gosto, têm como público-alvo um consumidor seleto, da classe AA. E viram produtos tipo exportação, como é o caso das engenhosas bolsas ecológicas, bijuterias de alumínio reciclado ou flocos de PET, produzidos em Minas Gerais e vendidos para a China, Europa e Estados Unidos.

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